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Postagens com a tag ‘Reciclando’

   sábado, 11 de maio de 2024

Lavadora de alta pressão Karcher K330



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Já tem algum tempo que estava pensando em comprar uma lavadora de alta pressão. Até andei olhando os preços e assustado, pois as que eu queria, com motor de indução estão custando muito caro. As mais baratinhas parecem brinquedo, usam motor universal que muitas vezes não é maior que o motor de um liqüidificador!

Uma alternativa seria comprar uma usada, mas ainda assim é muito difícil de achar uma em boas condições de aparência e com preço baixo.

Semana passada olhando a sessão de venda de garagem de um jornalzinho local aqui, encontro um anuncio pra lá de curioso:

Primeira coisa que para o povão, Vap, corruptela de Wap, uma das marcas mais conhecidas de lavadora virou o sinônimo pra lavadora de alta pressão, tal como Bombril é de palha de aço. Pode ver que foi anunciado em 17 de Abril e ninguém se interessou. Ai no dia 8 de Maio enchi de coragem e resolvi entrar em contato com a dona da lavadora. Pra minha surpresa ainda estava disponível. :-o

Pedi a ela pra me enviar umas fotos, mas a foto não ajudou muito, só deu pra ver que não era um Wap e sim uma Karcher. Agendei um horário e fui ver a maquina. Assim que peguei pra levantar do chão, não pensei duas vezes, já fechei o negocio. Pelo peso tudo indicava que era com motor de indução. Amarrei do jeito que deu no bagageiro da moto e vim embora.

Chegando aqui, abro a máquina tchan! Motor de indução. 8-)

Bem, como o anuncio dizia era pra conserto, e a dona me disse que eles estavam usando a lavadora, parou de funcionar e simplesmente guardaram. De inicio pensei que poderia ser alguma coisa muito boba como chave, fio partido. Meço o cabo de força, chave liga/desliga, nada, tudo bom. Procuro a chave de desligamento do motor com o gatilho fechado e não encontro. Por fim meço a bobina do motor e o que em geral pode ser o pior apareceu, bobina aberta. Poderia indicar motor queimado!

Resolvo abrir o motor e pra minha surpresa o enrolamento do motor estava perfeito, nada preto ou escurecido, nenhum cheiro de verniz queimado, nada. Então deve ter algum segredinho escondido (e eu já imaginava qual antes de fazer a cirurgia no motor).

Fusível térmico! Ele costuma ficar dentro de espaguete e enrolado com fita em cima das bobinas do motor, pra caso a bobina esquente demais o fusível abra e evite um principio de incêndio. Qualquer Zé Ruela iria fazer um jumper no fusível e bola pra frente. Como quem “guarda, tem”.

Encontrei um compatível, troquei e pra remontar o motor, tem que reencadarçar o enrolamento e o fusível.

Usei fita de tecido, a mesma utilizada em chicote automotivo e costurei tudo com cadarço encerado. Montei só o motor, testado e aprovado!

Da pra ver ai no cárter da lavadora que tem uma “gosma” ao invés do esperado óleo. A textura estava um pouco mais mole do que graxa. Porem não havia indícios de água misturada.

Certamente alguém que mexeu nela antes em vez de completar o cárter com óleo, usou graxa!

Um bom tanto de papel toalha e água raz, tudo limpo e deu pra ver que não há desgaste.

 

Fatos curiosos. É uma lavadora bem antiga, por toda parte dela há gravações indicando 1997. Era importada da Itália. O rolamento axial é Alemão!

Fiz um teste e funcionou muito bem, porem notei algo estranho, ao fechar o gatilho da pistola, o motor dava de querer parar, indicava algo entupido ou emperrado. Depois de uma duas tentativas e travadas o motor disparou a girar e a lavadora perdeu pressão. Li um pouco a respeito e a causa disso é problema na válvula de by-pass. Desmonto a válvula e confirmado. Rachada.

Uma coisa que achei muito estranho é essa lavadora não ter o sistema de parada do motor quando se fecha o gatilho da pistola. Apelando pro YouTube vi que deveria ter uma peça encaixada nesse lugar, que contem o interruptor de parada.

Deveria ser assim:

Nesse ponto resolvi comprar o kit de reparo e também o “kit stop total” que é essa preta que contem o interruptor de parada. Manutenção preventiva.

Assim que comecei a remontar a válvula de by-pass (essa peça branca com um parafuso de latão) vi que tinha peças sobrando em relação ao que desmontei. Sobrou uma pecinha de plástico com um anel o’ring uma mola e uma peça de lata. Ai apelo pro manual de serviço e descubro que a lavadora estava sem a válvula de retenção.

E essa peça ai montada dentro da saída para a mangueira da pistola.

Troco todas as peças do cabeçote, completo o cárter com óleo novo (óleo de compressor de ar) e restava montar o “kit stop total”.

Pra minha surpresa não havia como passar o fio pra dentro da caixa elétrica, o que indica que essa lavadora por ser bem antiga não tinha essa função, a bomba quando fecha o gatilho entra em recirculação da água (gira em vazio) porem ela tem o local para instalar no cabeçote. É a peça preta na foto onde aparece o kit de reparo ali em cima. Uma coisa que todo mundo estava reclamando no anuncio é que o “kit stop total” não vem com o grampo de fixação. O jeito foi fazer um pequeno furo na caixa elétrica, montei uma borracha de passagem pro fio.

Fiz um grampo com um simples pedaço de arame galvanizado e pronto.

Tive que fazer um pequeno furo na caixa elétrica para passar o fio, ele fica ligado em série com o interruptor geral.

Testei e funcionou perfeitamente, a lavadora agora desliga o motor quando fecha o gatilho. Ótimo pra economizar energia e economizar máquina! Afinal um motor de 2CV girando o tempo todo não é nada interessante.

A lavadora veio completa, com as duas lanças (leque e turbo), o aplicador de detergente, engate rápido, etc. Mas faltava uma parte estrutural, as barras de alumínio que fica a alça de transporte, suporte pra pendurar as lanças e enrolar o fio e mangueira. Conferi na foto que a dona me enviou e realmente não estava lá. O curioso é que os parafusos que prendem as barras estavam no local o que indica que a maquina foi desmontada e provavelmente perderam as barras.

Eu já tinha visto esse formato de alumínio em algum lugar, revirei minha sucata de alumínio e encontro uma barra que serviu perfeitamente, mas não sabia do que era.

Pergunta pra um, pergunta pra outro, e me dizem que isso é de guarda-roupas. Hein??? Pois é… é o varão do guarda-roupas, o lugar onde se pendura os cabides! Veja só! Pra mim isso sempre foi feito com uma madeira redonda.  Agora já fazem com cano de alumínio! Uma visita ao “shopping center” com a amostra e volto com outra.

Foi uns 15 minutos de “briga” com o dono do ferro-velho pra acertar o preço e fechamos de R$2,50 por um pedaço de alumínio de menos de 100 gramas. Lembrando que na data desta postagem (maio de 2024) pra comprar o alumínio ele paga R$5,50 o quilo!

Montada por completo, testada e aprovada! O resultado foi:

R$50,00 da máquina com defeito
R$330,00 em peças de reposição
R$2,50 do ferro-velho

R$382,50 por uma máquina que nesta data custa por volta de R$1500,00 :money:

E é o modelo novo, que aposto que não tem a mesma durabilidade e resistência dessa de 1997 com aço alemão! :tooth:

 



   terça-feira, 26 de setembro de 2023

Quando o lixo é um luxo! (2)



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Em março fiz uma grande modificação na rede da oficina e tudo graças as “sobras” dos outros. Tudo começou com um presente do amigo Josenivaldo, que me presenteou com uma Mikrotik RB750GL que é uma belezinha de um roteador de 5 portas GigaBit.

Este presente foi bem na época que o provedor aqui resolveu soltar 2 meses de degustação para todos usurários a 500mbps! Na época fiz uma instalação provisória pra poder usufruir dos 500mbps, passado os 2 meses desmontei a gambiarra e foi a sorte! Pois caiu um raio aqui e arrebentou com muita coisa, inclusive com a RB733UAH. E se a RB750 estivesse ligada, tinha ido embora.

A uns tempos atrás em uma visita ao Alexandre Souza, ele me deu “duas caixinhas” Mikrotik que para ele não tinha uso algum. Uma delas era uma RB952 que pra minha surpresa é um roteador de 5 portas com Wi-Fi dual (2.4GHz e 5.8GHz). O fato curioso é que quando fui instalar e pedi uma ajudinha pro Josenivaldo veio a surpresa que esse RB952 também era dele que tinha doado para o Alexandre.

Também a uns tempos atrás catei numa caçamba de entulho um belo de um roteador Wi-Fi Greatek 1200AC que além de ser GigaBit tambem é dual band. Era de uma finada empresa de internet aqui da cidade, e pelo visto o dono da casa (onde estava a caçamba) resolveu fazer uma limpeza e mandou fora o roteador e um ventilador de mesa novinho, novinho mesmo!

Uma coisa que não falei no post do causo da alteração da rede é que o RB952 deixei como uma rede isolada para os clientes utilizarem a internet aqui na oficina e o Greatek ficou como meu roteador interno da oficina.

O ventilador não tinha uma partícula de poeira, estava com o encaixe do motor na base quebrado, acredito que ele foi tirado da caixa e o dono quebrou ao tentar montar o ventilador.

Como diz a velha frase, O lixo é um luxo! (wub) 



   sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Indo ao “shopping center” – 18



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Não foi bem uma visita ao shopping center, mas sim algumas “inspeção de caçamba”. Mas me apareceram com essa imagem e lembrei que tinha algumas coisas pra postar aqui.

Um vizinho aqui da oficina jogou na caçamba de entulho esse ventilador/climatizador.

Qual era o defeito? Na porta traseira por onde acessa o reservatório de água e a tela que faz a evaporação existe uma pequena chave que desliga o climatizador, para que os idiotas não enfiem o dedão no ventilador girando…

Que eu fiz? A chave era meio alienígena. Simplesmente dei um bypass na chave e pronto. Tá funcionando maravilhosamente bem!

Observe que tem duas caixas de som a direita do climatizador. Essas caixas também vieram de uma caçamba. Eram de algum 3 em 1 CCE dos mais vagabundos. Problema das caixas? Só o “pé” que estava esfarelando, como vou usa-las pendurada na parece, removi os restos do pé e pronto.

Uns tempos depois em outra inspeção de caçamba, achei estes dois alto-falantes:

Problemas? O estúpido que os guardou, deve ter colocado um em cima do outro, e o peso (e atração magnética) amarrotou o cone do que ficou embaixo. Os amarrotados ficaram moles e decentralizava o falante. Fiz um “endurecimento” do papel com cola de cianoacrilato, uma demão de tinta latex pra melhorar a aparência e pronto. Como vai pra dentro da caixa de som, o tecido ortofonico da tela frontal esconde praticamente tudo, não vai dar pra ver nem a cor azul escuro.

E como alto-falante é pra ouvir e não pra ver… está perfeito!

Tive que fazer uma pequena “adaptação” na caixa pra caber o falante novo e maior.

Comparando o alto-falante original (e safado) das caixas da CCE com esses novos:

As caixas ficaram top! Vou usar no “kit” multimídia do PC. :tooth:

Os comentários do blog ainda estão com pau, não tive tempo/saco pra consertar.

O sistema de comentários foi consertado.



   segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Lâmpadas.



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O que vocês geralmente fazem com lâmpadas CFL ou de LED quando elas “queimam”? :-?

Bem, eu costumo desmontar pra retirar o reator eletrônico, para reaproveitar o toroide que tem neles. Mas nessas idas e vindas desmontando lâmpadas, você se pergunta, porque não tentar consertar, se não estiver muito “torrada”?

Pois bem, passei a fazer isso a algum tempo atrás. Em geral eu ganho essas lâmpadas de amigos que naturalmente iram jogar no lixo.

Esses dias estava com uma caixa aqui que juntou umas 15 lâmpadas pra desmontar e ver o que dava pra reaproveitar. Destas aproximadamente 15, consegui recuperar 7 delas, as abaixo.

São 3 LED e 4 CFL. Defeitos?

As de LED com bocal E27 era apenas capacitor estufado ou ESR nas nuvens. A tubular, apenas a bobina do driver estava solta dentro do tubo, essa lâmpada é praticamente nova, e levou um tombo e arrancou a bobina da placa. Umas gotinhas de cola rápida, dois pontinhos de solda e voilà, funcionando.

As CFL. A G&E, reator pifado, troquei um bom que saiu de outra. A Philips, fusível queimado e um transistor em curto. A Osram um diodo em curto e fusível queimado e a FLC também troquei o reator inteiro.

  • Ah… mas compensa consertar? o_O

Bem, tudo ai pro lixo, certo? Em geral verifico se vale a pena da seguinte forma.

LED, basta dar uma boa olhada nos LED, se não estiverem com um “furinho” preto, pega o multímetro analógico e testa um por um. Se estiverem OK, o driver foi pro espaço. O driver em geral estufa capacitor ou morrem em definitivo. Quando é capacitor, troca. Um capacitorzinho de 50 centavos e pronto. Se o driver morreu, pega de uma outra lâmpada led sucata que esteja bom e seja da mesma potencia.

Se tem led pifado, se for um ou dois no máximo, eu troco, pego de lâmpada doadora. Mais que isso vira sucata doadora de peças. Não aprovo o que já vi muita gente fazendo que é tirar o led ruim e colocar em curto, deixando um led a menos.

As CFL, primeiro observo se o “pé” do tubo de vidro não está preto. Se está, é lixo e só tiro o reator. Se não está preto, abro com cuidado e meço a continuidade dos filamento do tubo. Se ok conserto, se aberto, novamente tira o reator e joga o resto na reciclagem.

O reator se perder mais do que 5 minutos nele vai pra caixa de sucatas. Se estiver muito “cozido” (em geral a placa fica marrom) é sucata também. Em geral inspeção visual já se acha os defeitos. Quando tem fusível, se esta queimado, olhar os diodos da ponte retificadora e transistores. Olhe também os resistores de baixo valor que estão ligados nos transistores. Troca o que está aberto ou em curto. Não funcionou? Sucata. No caso de o bulbo estar bom pego outro reator de potencia igual na caixa de sucata e monto no lugar.

A caixa de sucatas pra salvar as candidatas.

Agora respondendo se “compensa”.

Pra mim, sim!

Uma LED custa por volta de 12 a 15 reais aqui no supermercado. Uma CFL de 8 a 12 reais.

Bota a 10 reais cada uma ai… são 70 reais que tirei do lixo. 8-)



   quarta-feira, 12 de junho de 2019

Reciclando.



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Um amigo ia jogar tudo fora só porque estava já meio enferrujado. Eu que sou daqueles que não gosta de jogar as coisas fora falei pra ele: Passa pra cá que eu reaproveito assim mesmo. :tooth:

Observando bem de perto deu pra ver que a ferrugem era apenas superficial, deve ter espirrado um pouco de água e deixaram secar ao natural. Ai enferruja mesmo. Pena que não me atentei de fazer uma foto de como estava antes, alias nem era idéia postar isso aqui.

Ué… mas cadê a ferrugem?  :hmm: Quem é meio metido a alquimista caseiro sabe como resolve problema de ferrugem.

Deixei de molho em uma mistura de 1/2 copo de vinagre e 1 1/2 de água por 5 horas e adeus ferrugem. Lavagem com uma solução de 1 copo de água e 1 colher de chá de bicarbonato de sódio pra neutralizar o ácido acético do vinagre.

Depois é só lavar bem e secar forçosamente (usei um secador de cabelos) e por fim adicionar algumas gotas de óleo singer e misturar tudo até sumir, bota no jornal pra escorrer algum eventual excesso e pronto, pode guardar e reutilizar. :wink:



   terça-feira, 5 de junho de 2018

Reforma da prateleira para a bancada.



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Como disse no post anterior, segunda-feira foi o dia de pintura da prateleira. Lixei tudo o que foi necessário usando um disco flap no sábado mesmo. A tinta que resistiu ao disco de lixa, então tá bem grudada, que fique ai. :sarcastic:

Na segunda apliquei o fundo eliminador/fosfatizador de ferrugem. A tinta escolhida foi um resto que tinha aqui que sobrou da pintura das outras duas prateleiras que já havia reformado a cerca de 3 meses.

Inicialmente pensei em fazer a pintura com rolo de espuma, mas na ultima hora decidi fazer no compressor e pistola de pintura. Cortei as colunas no meio pra fazer duas prateleiras menor conforme o planejado e vamos a tinta.

A cor é conhecida como Cinza Chassi Scania. É um cinza bem neutro, combina com qualquer coisa. :tooth:

Todas colunas pintadas… vamos as pranchas.

Penduradas no varal pra tomar um sol durante a manhã e espero que a tarde já esteja seco ao ponto de pelo menos manipular. Usei thinner como solvente, pra acelerar a secagem. Se fosse na água raz levava uma semana, no mínimo! :time:

Assim que secar, vem a parte mais chata, desocupar a bancada pra poder montar a prateleira e popular a prateleira!



   sábado, 2 de junho de 2018

Indo ao “shopping center” – 17



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Como as vacas estão magras, até as visitas aos “shopping centers” estão raras. Mas como estou planejando (e precisando) de uma melhoria na  nova bancada da oficina, fui atrás de uma prateleira de aço que fosse baratérrima. (E foi, custou 15 reais :$: )

E achei! Uma que era fabricada por um amigo (já falecido) aqui na cidade, que é literalmente a prova de bala! Usa uma chapa bem mais grossa que as que se acha pra vender por aqui.

Claro que pra achar isso foi preciso visitar vários  dos “shoppings” aqui da cidade. Nessas visitas deu pra achar umas coisinhas bem legais. A maioria da miudeza os donos nem quiseram cobrar, já que não tem valor algum.

Temos ai,  um cabinho P2-P2, um pedaço bem grande de fio “brasileirinho” que é usado para cabo de aterramento, alguns pezinhos mas que também servem como parafuso de aperto manual, alguns conectores e baluns, duas bombas de aquário (que cortaram os cabos mas estão ok, já testei) e 11 fitas cassete.

Essas fitas cassete serão reaproveitadas pra fazer um “repro” das fitas do CCE MC1000.  Sim, eu tenho uma “desgraça”  dessa. (:)

Essa é a  estante. Tem uns pontos com ferrugem, mas é muito superficial, uma boa lixada e nova pintura vai ficar zero bala! Principalmente acabando com essa salada de cores! :sarcastic:

É uma prateleira de quatro bandejas, mas vou cortar os trilhos no meio e fazer duas de duas bandejas. Assim que estiver pronto, mostro como ficou. Se nada der errado vou lixar daqui a pouco e a pintura será feita na segunda-feira.



   quarta-feira, 25 de abril de 2018

Indo ao “shopping center” – 16



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Oi…. não morri.  .:lol:. Tamos na labuta e pondo a casa em ordem.

Vamos a mais uma visita aos “shopping center”? :tooth:

Bem… mais ou menos. Comprei uma serra circular “Makita” de 7″ de um catador de sucata por 15 reais. Tava toda meio desmontada (parafusos mal apertados) mas com a aparência muito boa! A foto a seguir é dela toda desmontada e com a as peças já devidamente lavadas. Uma pena que esqueci de fazer foto dela como veio, afinal tava bem sujinha de poeira e graxa.

Defeito da serra? Motor completamente torrado! Estator e induzido. Porque jogaram fora e não consertaram? Descobri isso tentando comprar um induzido novo pra ela… O pinhão do induzido desta aqui tem 9 dentes. Os originais tem 7 dentes pelo que me lembro. A solução? Mandar reformar.

O custo da reforma do induzido ficou em 110 reais. Também troquei o rolamento do lado do coletor de das escovas que estava apresentando ruído. Eu não tinha um sacador de rolamento aqui, o jeito foi improvisar um. :-P

Pra economizar um pouco eu mesmo rebobinei o estator. Comprei 200 gramas de fio esmaltado por 20 reais e ainda sobrou muito fio. O cartão para isolação das bobinas e o espaguete de fibra emborrachada já tinha aqui nas minhas bagunças.

Uma bobina pronta, vamos pra segunda.

Estator pronto pra ser montado. Não envernizei as bobinas, apenas prendi com abraçadeiras plásticas.

E a belezinha montada e testada.

Pois é… se eu tivesse uma dessa quando fiz o telhado do cafofo não teria ralado tanto minha velha Bosch Hobby… A Bosch sofreu pra caramba pra cortar as peças de madeira, a ponto de ter que parar diversas vezes pra ela esfriar, sem falar que ela usa disco de 5″ que não acha mais hoje.

O gasto total pra reformar essa serra foi de 110 reais do induzido, 20 reais do fio para o estator, 7 reais do rolamento novo e 5 reais duas escovas novas. E.. o 15 reais do sucateiro. Total da brincadeira: 157 reais pra ter uma serra circular de 7 polegadas.

Até que esteve muito bom, não é mesmo? 8-)

 

Edit em 31/05: Como alguns pediram um comparativo de preço, segue.

Uma serra Makita similar custa nesta data em média R$650,00
Uma serra genérica, mas cópia da Makita custa em média nesta mesma data R$330,00

Então fiquei com uma serra que posso considerar em estado de nova pela metade do preço de uma nova. Como disse acima esteve muito bom! ;-)



   domingo, 25 de setembro de 2016

Reciclando um velho guarda-roupas, parte 2 de 3.



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Hoje teve a segunda parte da reciclagem do velho guarda-roupas. Uma pena que não consegui fazer fotos do processo de reaproveitamento, o celular estava sem bateria, deixei carregando e fui fazer, e acabei me esquecendo de pegar o celular. :aiaiai:

Mas não teve nada demais, foi só pegar as pranchas, furar, parafusar, pregar o fundo e estava pronto. :-P

As pranchas de aglomerado, sequer foram cortadas, foram aproveitadas com as medidas que estavam conforme saíram do guarda-roupas.

prateleira1(se eu tivesse medido, não cabia ai atrás da porta!)

Reaproveitei inclusive os parafusos. :D

Os sarrafos que reforçam o apoio das prateleiras, eram os frisos de decoração das portas. Além do apoios, elas foram parafusadas as laterais com parafusos compridos, coisa de uns 80mm.

As únicas peças que precisaram ser cortadas foi o eucatex que fechou o fundo, pois eram maiores.

prateleira2

A junção das placas de eucatex foram feitas com uns frisos plásticos que já eram utilizados para esta mensa finalidade no guarda-roupas. O problema é que usei todos que tinha, e vou precisar de mais alguns para a parte 3 de 3… estou pensando onde conseguir isso ou como em improvisar algo similar.

Esta prateleira está no quartinho de despejo de casa e vai servir pra organizar um pouco das tranqueiras que estão em caixas empilhadas.



   segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Reciclando um velho guarda-roupas, parte 1 de 3.



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Minha mãe precisou trocar um guarda-roupas lá de casa, pois o pobre coitado mal estava parando em pé.

Quando o desmontei, olhei para aquele monte de “madeira” e fiquei pensando… jogar isso tudo fora? Nah… vamos reaproveitar o que dá, o que for possível. O “madeira” é porque na verdade as pranchas são de aglomerado.

Nas duas portas centrais haviam espelhos bisotados, foi a primeira coisa que pensei em reaproveitar.

Um deles simplesmente coloquei os fixadores pra pendurar e virou um espelho comum, ficou em casa mesmo.

espelho_7

O segundo deles, foi pra oficina nova e virou espelho de lavatório. Bom… ele era assim. É colado numa prancha branca com as bordas decoradas em mogno. Nos três furos inferiores ficavam um friso de mogno e o puxador da porta.

espelho_1

A segunda coisa foi esse pedaço de MDF revestido que eu já tinha, que era sobras da fábrica de móveis que existia até uns tempos atrás aqui no bairro. O interessante é que ele já estava revestido até mesmo nas bordas, isso deveria ser o frontal de alguma gaveta que eles fizeram a mais e não usaram e foi pra caçamba de descarte.

espelho_2

Lixado, aplicado seladora e verniz, foi fixado com parafusos nos furos onde ficava o puxador. Optei por deixar as bordas maiores que a largura total do espelho, pois vi muitas fotos de espelhos prontos feitos da mesma forma.

espelho_3

Para fixar na parede, fiz estas pequenas chapas, utilizando um resto de uma cinta de aço inox que é usada em postes. Foi sobra da instalação poste de entrada a energia elétrica, que já estava guardado faz tempo. Na traseira do espelho fiz dois furos usando broca forstner para que a cabeça do parafuso que fica na parede, possa entrar.

espelho_4

Na chapinha é feito um furo maior para passar a cabeça do parafuso e um menor logo acima para passar somente o pescoço do parafuso, de forma que ele não sai do lugar, a menos que você levante.

espelho_5

Porque chapinhas ao invés de pitões? Porque dessa forma você não vê parafusos, e os pitões teriam que ficar na borda superior, e como esse espelho é bem pesado, os pitões poderiam ser arrancados do aglomerado, que não tem muita resistência.

espelho_6

E… colocado de forma provisória em cima do lavatório. Usei pregos de aço mesmo, batidos na junta dos tijolos, pois vai ter que sair dai quando as paredes receberem o emboço e o revestimento.

Nem a pia está fixada, está só “amontoada” no lugar. :tooth:

Mais pro final de semana, talvez no sábado vem a parte 2 de 3. :-P



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E altamente gambiarrado por mim mesmo :)
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