sábado, 1 de março de 2025

Os dias que o Lisarb”para”



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E chegamos novamente ao 6 dias perdidos, onde o Brasil digo Lisarb para, literalmente “PARA”.

É época da festa pagã do bunda-lêlê, não se fala em outra coisa, até parece que só existe isso acontecendo.

Esse inferno vai até quarta-feira meio-dia quando a ficha finalmente “cai” que as contas chegam no fim do mês e não vem com plumas e paetês. O dólar dispara e a bolsa cai, tudo porque o desgoverno achando que ninguém ia perceber a mazela que ele fez.

O jeito é como sempre ficar em casa e cuidar da vida, desligar a TV, o rádio e esperar a quarta-feira. Pois…

Repartições Públicas
Praças esportivas
Unidades de Básicas de Saúde
Escolas, Creches
Bancos
Poupa Tempo

E varias lojas que emendam o “feriado”. Tá tudo fechado. :o)



   segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Ventilador.



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Com o calor que anda fazendo, esses foram os 79 reais mais bem gastos de todos os tempos. :$:

Instalação super simples, retire a lâmpada, rosqueie o ventilador e pronto! :tooth:

No meu caso foi um pouco mais demorado pois tinha uma calha com 2 fluorescente de 20W no lugar, foi preciso substituir por um plafon com bocal E27.

A “impressão digital” da antiga calha vai ficar ai por enquanto, tentei limpar mas não sai. E se tentar retocar a pintura antiga, vai ficar pior. Isso é caso pra repintar o teto todo. :-z

O controle remoto é daqueles que parece de brinquedo. Depois que comprei e chegou, descobri que existe um modelo com um controle com teclas de borracha, igual aos de TV. É um pouco mais caro.

Apanhei um pouco pra entender como ele memoriza o estado inicial. Você deve ajustar tudo como quer, e desligar e ligar pelo botão do controle. A partir dai, ela sempre volta como você escolheu.

Dá pra controlar o básico só pulsando o interruptor. Mas isso se torna um pouco ruim pois assim que você desliga, se voltar a ligar em menos de 1 minutos ela pensa que está reprogramando e troca o modo.

Carece de um pouco mais de analise se essa troca de modo pelo interruptor é temporária ou se é salva como a feita ao desligar pelo controle. No mais está sendo a  salvação pra dormir com um pouco mais de conforto com esse forno que está ligado na temperatura máxima.



   sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Quando eu tive uma rádio pirata.



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:X: Acho que todo mundo que mexe por hobby ou trabalha com eletrônica, pelo menos uma vez na vida montou um transmissor de FM por mais simples que este possa ser.

Esta placa é o famoso Micro Transmissor de FM que foi publicado na Revista Eletrônica (Saber).  Depois ele virou o famoso Scorpion.

Essa placa é a original da revista, observe a bobina impressa para facilitar o trabalho dos menos experientes. Esta placa vinha como brinde no numero 56 da Revista Eletrônica, pela editora Saber.

Uma curiosidade desta placa é que ela não usa microfone de eletreto e sim um fone de ouvido de cristal adaptado como microfone. Por isso ela tem um pré-amplificador com um BC548, que foi removido no Scorpion pois o microfone de eletreto já tem um sinal suficientemente forte pra modular o oscilador.

O circuito é o clássico oscilador Pierce em base comum. Este foi publicado a exaustão em toda e qualquer revista de eletrônica. Acho que não tem um ser que mexe com eletrônica que não viu esse circuito pelo menos uma vez na vida. :-P

Minha primeira experiencia com transmissor foi com um circuito valvulado para AM que está publicado na revista Experiências e Brincadeiras com a Eletrônica Junior, numero 11. Isso foi lá por volta de 1986 ou 1987. Lembro-me de ter pentelhado alguns técnicos de TV pra conseguir as válvulas. :tooth:

Os restos desse transmissor ainda existem. Está em estado lastimável. Pois eu o montei em um “chassi” feito de eucatex e a enchente de 2008 se incumbiu de arrebentar tudo. Dê um desconto que esse treco ai está com 39 anos, ficou submerso por algumas horas. E eu tinha apenas 13 anos quando montei isso ai. Como se pode ver abaixo, sobrou um monte de lixo. Mas penso em reaproveitar as peças que ainda estiverem boas e fazer algo similar a capa da revista.

Mas a coisa se tornou “séria” por volta de 1990, quando já estava experimentando circuitos para FM, e foi publicado na revista Eletrônica Total, o transmissor de FM Stereo. Os olhos brilharam e as lombrigas ficaram alvoroçadas!

Lembro que levou alguns meses pra conseguir juntar o dinheiro, comprar as peças, desenhar o circuito impresso na mão e montar esse transmissor. E nessa época mais um amigo, o “Pardal” resolveu se juntar nessa bagunça e montou um também.

Obviamente duas coisas aconteceram. Primeiro que a gente não se contentou com o BF494 no oscilador/transmissor. Tacou logo de cara um 2N2218 e com 12V. Isso não deve ter passado de uns 500mW porém com certeza ficou muito mais potente que o BF494 }:D , mas já foi o suficiente pra fazer um bom estrago.

Usamos na época uma antena plano terra, cortada para a freqüência. Não medimos a estacionária, pois nenhum de nós tínhamos medidor de onda estacionaria, pois custava caro e era difícil de comprar aqui na roça.

A distancia do teste foram “espantosos” 1,34Km em linha reta, mas levando-se em conta que os ditos transmissores para até 100 metros nunca passavam sequer dos 10 metros de distância, até que esses 1,34Km é uma boa distancia. Mas o fato é que escutei o sinal vindo da casa do Pardal, num rádio toca-fitas Roadstar RS-9300DX montado numa daquelas caixas “corujinha” e ligado a uma antena plano terra em cima do telhado.

Esse ai é o lendário Roadstar da escuta, sim eu ainda tenho ele. Vai ser restaurado uma hora dessas. :D

A segunda coisa é que o circuito não funcionou exatamente como o descrito. Não sei o motivo ao certo, mas o oscilador com o CD4093 não oscilava nos exatos 76kHz necessários, e não “dava stereo”. Na época sem a gente saber muito de eletrônica (e lembre-se, internet não existia ainda) acabou modificando o circuito e substituindo o CD4093 por um LM555. Ai conseguimos os 76kHz, acendia o led stereo dos receptores, mas nada de separação de canais. Como sempre, as revistas da Saber tinham erros nos circuitos. No fim acabava-se aprendendo mais ainda, pois você tinha que consertar os circuitos! :sarcastic:

Cheguei a montar outro projeto de uma placa multiplex (é o circuito que junta os canais esquerdo e direito e faz o sinal stereo, vulgarmente chamado de sinal MPX) publicada na revista Eléctron 21 (1988) e também não consegui a separação de canais. Hoje eu sei o motivo que não dava separação, a culpa era a pobre banda passante do transmissor que matava parte do sinal MPX, que se estende até por volta de 53kHz. Mas isso não vem ao caso agora.

Uma coisa é estes transmissores oscilador livre não param na freqüência por nada. Variou a temperatura, muda, variou a tensão, muda, variou a umidade relativa do ar, muda, mudou a posição do rabo da lagartixa, muda a freqüência.

Por volta de 1993 um outro amigo (Douglas) apareceu com um transmissor de FM cristalizado, na freqüência de 107.3MHz. Era um circuito com aparência muito antiga, olhando hoje o circuito dá quase certeza que foi algum radioamador que montou aquilo, devido as técnicas incomuns que não apareciam nas revistas. Eu e um outro amigo (Junior) enquanto não conseguimos pegar esse transmissor do Douglas pra levantar o esquema não sossegamos. O mais legal, esse transmissor além de muito estável, já usava um PA com um 2N6082!

Enfim um certo dia conseguimos pegar o transmissor emprestado. Ele era montado por um sistema que os radioamadores chamam de ilhas manhattan. Consiste em pequenos pedaços de placa de circuito impresso coladas em cima da face cobreada de uma outra placa de circuito impresso. E você vai soldando as peças nessas ilhas. Fica uma montagem meio feiosa, mas funciona muito bem pelas baixa indutância distribuída.

Ai veio o problema, onde conseguir os cristais em 1993? Sendo que nem telefone a gente tinha em casa. A solução foi transformar o oscilador a cristal em um oscilador livre e assim nasceu uma lenda chamada DX25. Esse era o nome do transmissor. Ele parecia dar cerca de 25W, mas acredito que era menos, algo perto de uns 15 a 20W.

Essa foto é o DX25 do Junior, ele tem essa foto guardada da época. Um fato curioso é que essa caixa não tem uma medida padrão apesar de lembrar um gabinete 19″. As chapas a gente comprava num ferro-velho aqui já cortadas, eram chapas de uma fabrica de escapamento de carro que sei lá o motivo foi parar lá. Eram chapas novas. E a caixa era toda montada com solda de estanho nos cantos. O painel era feito com Letraset branco.

Mas ainda restava o problema do stereo. Os circuitos das revistas não funcionaram e foram pra caixa de sucatas. Nessa época o Pardal conseguiu uma placa MPX original da Telavo, junto veio o esquema. Pra nossa surpresa essa acabou funcionando depois de muito apanhar pra ligar ela. Lembre-se que naquela época era tudo mato, ninguém tinha muita informação e o que tínhamos vinham das revistas.

Claro que a gente deu um jeito de clonar essa placa.  Mas claro que os clones tiveram que ter modificação. De novo o problema era o cristal. A placa usava um cristal de 2.432MHz para dividir e obter os sinais de 38kHz e 19kHz necessários para o MPX. A solução foi capar o cristal,  o CD4060 e acrescentar o oscilador com um ressonador de 455kHz e o CD4018 copiado do projeto da Eléctron 21.

Restava resolver o problema do oscilador livre, mas a gente já estava no ar (Eu, Pardal e Junior) cada um com seu transmissor e com stereo funcionado de verdade! E tome pirataria. :X:

Nesta época eu já trabalhava a algum tempo com conserto de Rádio PX e me baseei no circuito do PLL do SuperStar 3900 e fiz um PLL pra FM do meu jeito. A saída do mixer do VCO gerava um sinal entre 17 e 21MHz de acordo com a tabela de jumpers do PLL e fiz um circuito multiplicador por 5 que finalmente chegava na faixa de FM. Pois 21 x 5 = 105MHz! Aleluia! Finalmente freqüência estável!

Em 1993 eu comecei a retransmitir de forma pirata a Jovem Pan de Campinas – SP, lembro-me que utilizava um rádio gravador  pra receber a JP Campinas que ficava no inicio da faixa e retransmitia o sinal em 106.1MHz. A antena já não era mais a velha plano terra, já tinha passado para uma colinear com dois dipolos. Cobria praticamente a cidade toda! Essa farra durou até o final de 1994, quando cansei da brincadeira e fiquei sabendo que ganharíamos uma franquia oficial da JP aqui na cidade. Nisso o velho DX25 pendurou as chuteiras e eu acabei vendendo pra um sujeito de Santa Rita do Passa Quatro que queria ser pirateiro por lá, nunca mais tive notícias. Depois em alguma data incerta, acabei montando as placas para um segundo DX25, mas nunca o encaixotei, a vontade de ter uma estação pirata já tinha ficado pra trás e eu já estava me enveredando para o lado do radioamadorismo. E a placas foram parar também na caixa de sucatas.

Bem o crime de pirataria já prescreveu, né? :-o*  Já se passaram 30 anos .:lol:. os sinais que irradiei naquela época se conseguiram escapar para o espaço,  já passaram muito tempo a galáxia de Andrômeda. Os sinais já percorrem 30,21 trilhões de quilômetros! O curioso que ~30 trilhões de quilômetros são 1 Parsec!

Algum ET lá por aquelas bandas pode estar dançando ao som de Corona – The Summer Is Magic .:lol:.

Quando fiz a mudança da oficina em Novembro de 2017 acabei encontrando as placas do DX25. E as guardei em uma caixa pensando, um dia eu remonto ele. 8-)

Tem ai nessa caixa, a placa MPX, clone da Telavo (a placa com 4 bobinas Toko), o protótipo do PLL (A placa com 3 bobinas Toko e jumpers pretos) o velho transmissor montado em ilhas manhattan, a placa do PA que está sem o transistor de potência, o filtro de harmônicos (a caixinha com os cabos pretos) e o veeelho transmissor stereo da eletrônica total (a placa original, a primeira)

As placas uma a uma:

Este é o projeto da Eletrônica total 27. Observe a direita o LM555 enfiado na porrada no lugar do CD4093. A placa foi desenhada na caneta, teve um monte de modificações. Tem os rabiscos com a data: 03/08/1991. Essa placa não pretendo restaurar, só lavar, dar uma limpada e guardar assim mesmo.

Cheguei a fazer uma segunda placa dessa em Novembro de 1991 para um dos trabalhos de laboratório do curso técnico em Eletrônica (na Escola de Comercio, Prof. Hugo Sarmento)

Essa placa já está meio que restaurada, pois a utilizei pra desvendar o porque diabos esse circuito não dava separação de canais. E o culpado, obviamente são pequenos erros no circuito.

Primeiro o oscilador com o CD4093. O circuito parece ser muito dependente das características do CI (muda de um fabricante pro outro) e a freqüência fica muito, mas muito acima dos 76kHz. O valor de C1 teve que aumentar pra cerca de 2nF. Falta um resistor em série com o cursor de P3, pois o ajuste de P3 interfere no ajuste de P2. O sinal entrando pelo emissor do Q3 também não é funcional, o áudio fica extremamente baixo, o melhor é injetar na base do oscilador. E o mordomo é o capacitor C10, 10nF é muita coisa e mata muito do sinal MPX, seu valor deve ser abaixado pra 1nF ou 470pF. Ai essa desgraça passa o sinal MPX e separa os canais. :yahoo:

O MPX copiado do Telavo, olhe só as trilhas todas feitas a mão e as gambiarras pra poder colocar o CD4018 no lugar do CD4060. O pior que a placa original tinha esse formato curvo nas trilhas, esse desenho é uma cópia praticamente fiel da original.

Esses jumpers de fio por baixo, é porque esta placa recebe alimentação de +12 e -12V pelos dois lados.

O velho o transmissor montado em ilhas manhattan. Estava sem o transistor driver e o transistor final. Observe que o fundo é uma placa de cobre estanhado e foram grudadas pequenos quadrados de placa para servir de pads e os componentes são soldados nesses quadradinhos de placa.

O filtro de harmônicos e o amplificador de 25W. Olhe só o exagero da bitola do fio da bobina e o BY127 (diodo verde no canto superior esquerdo). :ninja:

O PLL protótipo, se olhar as peças, é “uma de cada pelo”. Coisa típica de coisas montadas a partir de sucata. :-o*

E chegamos a dezembro de 2024… :time: chegou o dia que resolvi remontar o velho DX25. :coffe:

O amigo Bilon me arrumou uma caixa de um velho receptor de satélite e montei tudo nela, e no capricho. O que não tinha conector, ganhou conector, os chicotes, todos amarrados, nada de fio solto. Reaproveitei até a fonte chaveada do receptor, mas tive que dar um bom upgrade nela pra conseguir mais corrente.

Foi preciso trocar um monte de peças, tinha muita coisa deteriorada, como os capacitores eletrolíticos por exemplo, trimmer, trimpot, olhe o estado do soquete de 8 pinos. Tá verde! 8x   Essas placas também foram afetadas pela enchente de 2008. :rain:

Lá em 1992 de mais avançado eu tinha era um frequencimetro. Hoje a gente tem ferramenta melhor, mais avançada, ai estou analisando o filtro de harmônicos. Até que está bem certinho! Ele não tinha conectores RCA, adaptei dois nele pra ficar mais bonitinho e prático de montar.

Naquela época, VU era de ponteiro ou com IAA180. Hoje, você compra um VU cheio de frescura na China, até com indicador de pico. Claro que pra receber o sinal na bancada na carga fantasma, apelei pro velho Boksonic TSG-45, que por sinal esse também é da época. Era ele mesmo que utilizava. Olha ali uma segunda placa PLL… :-o* de época também. Mas a que é o protótipo, esta no transmissor. Sei que é ela por causa da salada de peças de sucata, cada uma de um jeito.

O DX25 agora virou DX15 por um simples motivo. A fonte chaveada que era original do decoder de satélite, mesmo com todos os upgrade que consegui fazer nela pra tirar mais corrente, não agüenta mais do que 15W. O wattímetro Buzz 50 indicando 15W e o freqüencímetro Linear FL1000 indicando a frequencia do transmissor.

Colocar o DX15 no ar novamente? Não, nem pensar. Não tenho mais saco pra isso. Remontei ele mais por nostalgia e pra preservar as placas que estavam abandonadas.

Tenho ideias de montar algum outro transmissor? SSIIIIIMMMM… inclusive já comecei. Só que esse vai ser o “the ultimate”. Vai ter tudo o que tem de direito. }:D tudo que sempre quis e não foi possivel. Vai ficar melhor do que muito transmissor de algumas rádios por ai.

Alias tem mais coisas que eu omiti nesse texto, de transmissores que montei, mas isso não encaixa muito no contexto do que eu queria escrever acima, fica pra uma próxima oportunidade ou um complemento deste texto.

 



   quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Atualização no Post “Os manuais da Ibrape.”



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Foram disponibilizados mais dois novos manuais de kit da Ibrape na postagem Os manuais da Ibrape.

O M-301 e M-302.

Como eu já disse por lá e volto a dizer por aqui, SE VOCÊ TEM ou SABE de algum outro kit ou manual que não conste na lista, e puder colaborar, agradeço!

Alias, qualquer coisa da finada Ibrape. Serve manuais, folhetos, catálogos, datasheet, etc.



Resoluções para 2025



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Eu esqueci de fazer o famoso post do primeiro dia do ano…

Mas antes tarde do que nunca. E já que esse post do “Feliz Tudo” eu faço todo ano, que tal colocar algumas metas pra 2025 junto?

Bem, eu nunca fui de fazer isso. Mas vamos tentar. Me inspirando no meu grande amigo Rodrigo (Pakéquis) vou fazer umas anotações pra esse ano e vamos ver se dá certo.

1- Fazer pelo menos 1 post por mês aqui no blog. Se olhar no histórico do blog, em 2024 só houve postagem nos meses: Janeiro, Fevereiro, Março, Maio, Agosto, Setembro, Outubro.

2- Fazer uma nova pagina/artigo/projeto no meu site de radioamador (www.py2bbs.qsl.br) por mês.

3- Terminar as revistinhas da Eletrônica JR e publicar aqui no blog (faltam os números 7, 8, 9, 11, 12, 18, 19, 20, 21, 23, 24 e 25, pois todas já foram digitalizadas, mas não tratei as imagens e montar o PDF). Os números que já estão prontos estavam no blog do Picco, que agora estão no Datassete, mas os números que não foi eu quem fez, estão digamos, uma merda a qualidade. Eu não gosto de coisa mal digitalizada. E depois de pronto, pedirem pra trocar lá no Datassete pelas copias melhores.

4- Eu tenho um canal no Youtube, mas ele foi banido da monetização, mas eu criei um canal novo e estou, alias, estava movendo os vídeos do canal antigo para o novo. Mas parei em uns 60% do trabalho. Agora publicar vídeos novos? Sei lá… quem sabe.

4- Desengavetar pelo menos 2 projetos que estão encalhados. (tem muito mais que isso ahahah)

5- Voltar a fazer algum exercício físico, eu estava fazendo caminhadas, mas parei, um probleminha de saúde (em investigação) me fez parar, embora ao perguntar ao doutor se poderia fazer caminhadas ele me disse: Mas parou porque?

5b- Ainda no caso do exercício, eu jogo até hoje Pokemon GO, e é um jogo que meio que te “obriga” a caminhar.

6- Ir em algum evento de encontro de MSX (MSX Jaú) pois já fazem acho que 3 ou 4 anos que não vou, cada hora é um problema que impede de ir.

7- Eu gosto de ler, alias, leio muito, sou daqueles que lê até lista telefônica, mas já faz um tempinho que não boto minha mão em um livro fisico pra ler. PDF ou outro formato digital também vale e quebra o galho.

8- Alguma coisa legal que aconteceu. Um gatinho que me adotou, o meninão. Já tem foto dele em algum post aqui no blog.

9- Algum pepino que me aborreceu. Esse probleminha de saúde em investigação.

10- Fazer pelo menos mais alguma coisa/obra na obra da oficina. Já estou no prédio que é meu desde novembro de  2017, mas ainda tem MUITA coisa pra fazer, pra melhorar.



   quinta-feira, 10 de outubro de 2024

Ganhei este tapedeck de um amigo, fiz o conserto dos defeitos, trocas de correias, mas não estava gostando de algumas coisas.

Primeiro o VU meter dele é meio sem graça, fundo preto com caracteres brancos. Meio mé. :-z

Segundo, o cassete não tem iluminação.

A primeira parte sendo resolvida:

Nesse ponto apenas o VU esquerdo estava pronto, olhe o VU direito, que sem graça.

Agora com os dois prontos e a iluminação também feito upgrade.

Fica muito mais bonito, né? 8-)

A segunda parte, iluminação no alojamento do cassete:

Ficou beeeem melhor! 8-) E o melhor, todas modificações são reversíveis, não é feito nenhum furo novo.



   domingo, 8 de setembro de 2024

Diga-me com quem tu andas, que sabereis que és…



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Se estranharem a falta de um link ai na lateral, o motivo é um só e está no canal dele do YouTube, nem vou colocar link porque depois do que ouvi lá, não faço mais publicidade.

E pensar que essa lista de visitas diárias era longa, muitos saíram fora porque pararam de atualizar, deixaram de existir.

Mas esse é o primeiro que removo por minha vontade.

Edit em 14/09: Sabe quando alguém assina algo de próprio punho atestando sua confissão? Pois bem. E não é que meu comentário ter resposta do distinto.

Como que um esquerdista responde algo que o desagrada? Tenta te rebaixar no que for possivel, te desqualificar. Eu ri, e ri muito. .:lol:. .:lol:. .:lol:.

E mais, estou adorando os esquerdistas virem aqui e dar nota 1 para esta postagem, pode dar, mais, mais mais e mais.. que eu não ligo, alias estou adorando saber que tem vermelhinho que vem aqui me visitar! (wub)

 



   domingo, 18 de agosto de 2024

Frases que perderam o sentido.



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Ou, nunca fizeram sentido.

Me fiz pensar nisso ao saber do falecimento do Silvio Santos. Sabe aquela frase que:

– Ninguém é insubstituível.

A primeira vez que a ouvi, foi do meu falecido e querido amigo Olivio, radioamador. Na época até me pareceu razoável, mas com o passar do tempo e o amadurecimento da vida, você chega a conclusão.

Vai nascer outro Silvio Santo, um apresentador de TV que se tonou um mito, que praticamente inventou a TV no Brasil, e quiçá no mundo? Não.

Vai nascer outro Albert Einstein? Não até hoje e certamente nunca mais.

Pessoas são únicas, não existe uma personalidade igual na face da terra.

O interessante é que a algumas semana, durante as Olimpíadas alguém veio com uma figurinha de um mêmê dizendo exatamente duas frases que não fazem mais sentido.

– Foguete não dá marcha ré.

Essa já foi pro saco, afinal Elon Musk mostrou e fez foguete dar ré.

A outra, que alias foi o estopim, foi o atirador turco Yusuf Dikeç na Olimpíada 2024.

– Ninguém se lembra do segundo lugar (ou segundo colocado)

Ele viralizou na rede ao participar como praticamente quem acordou, botou uma camiseta e falou, vou ali dar uns tiros ao alvo. Digamos que ele foi mais lembrado de quem ficou no primeiro lugar, alias, eu não sei!!!

Mais alguma frase que não faz mais sentido ai? *~O



   quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Feeds bugado.



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O sistema de feed do blog estava bugado a algum tempo e eu não sabia, se não fosse um leitor (o Daniel Placido) avisar, sei lá quando eu descobriria.

Pelo que testei, está funcionando certinho agora. Inclusive o feed para comentários.

Blog, Crash |  ,


   sábado, 11 de maio de 2024

Lavadora de alta pressão Karcher K330



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Já tem algum tempo que estava pensando em comprar uma lavadora de alta pressão. Até andei olhando os preços e assustado, pois as que eu queria, com motor de indução estão custando muito caro. As mais baratinhas parecem brinquedo, usam motor universal que muitas vezes não é maior que o motor de um liqüidificador!

Uma alternativa seria comprar uma usada, mas ainda assim é muito difícil de achar uma em boas condições de aparência e com preço baixo.

Semana passada olhando a sessão de venda de garagem de um jornalzinho local aqui, encontro um anuncio pra lá de curioso:

Primeira coisa que para o povão, Vap, corruptela de Wap, uma das marcas mais conhecidas de lavadora virou o sinônimo pra lavadora de alta pressão, tal como Bombril é de palha de aço. Pode ver que foi anunciado em 17 de Abril e ninguém se interessou. Ai no dia 8 de Maio enchi de coragem e resolvi entrar em contato com a dona da lavadora. Pra minha surpresa ainda estava disponível. :-o

Pedi a ela pra me enviar umas fotos, mas a foto não ajudou muito, só deu pra ver que não era um Wap e sim uma Karcher. Agendei um horário e fui ver a maquina. Assim que peguei pra levantar do chão, não pensei duas vezes, já fechei o negocio. Pelo peso tudo indicava que era com motor de indução. Amarrei do jeito que deu no bagageiro da moto e vim embora.

Chegando aqui, abro a máquina tchan! Motor de indução. 8-)

Bem, como o anuncio dizia era pra conserto, e a dona me disse que eles estavam usando a lavadora, parou de funcionar e simplesmente guardaram. De inicio pensei que poderia ser alguma coisa muito boba como chave, fio partido. Meço o cabo de força, chave liga/desliga, nada, tudo bom. Procuro a chave de desligamento do motor com o gatilho fechado e não encontro. Por fim meço a bobina do motor e o que em geral pode ser o pior apareceu, bobina aberta. Poderia indicar motor queimado!

Resolvo abrir o motor e pra minha surpresa o enrolamento do motor estava perfeito, nada preto ou escurecido, nenhum cheiro de verniz queimado, nada. Então deve ter algum segredinho escondido (e eu já imaginava qual antes de fazer a cirurgia no motor).

Fusível térmico! Ele costuma ficar dentro de espaguete e enrolado com fita em cima das bobinas do motor, pra caso a bobina esquente demais o fusível abra e evite um principio de incêndio. Qualquer Zé Ruela iria fazer um jumper no fusível e bola pra frente. Como quem “guarda, tem”.

Encontrei um compatível, troquei e pra remontar o motor, tem que reencadarçar o enrolamento e o fusível.

Usei fita de tecido, a mesma utilizada em chicote automotivo e costurei tudo com cadarço encerado. Montei só o motor, testado e aprovado!

Da pra ver ai no cárter da lavadora que tem uma “gosma” ao invés do esperado óleo. A textura estava um pouco mais mole do que graxa. Porem não havia indícios de água misturada.

Certamente alguém que mexeu nela antes em vez de completar o cárter com óleo, usou graxa!

Um bom tanto de papel toalha e água raz, tudo limpo e deu pra ver que não há desgaste.

 

Fatos curiosos. É uma lavadora bem antiga, por toda parte dela há gravações indicando 1997. Era importada da Itália. O rolamento axial é Alemão!

Fiz um teste e funcionou muito bem, porem notei algo estranho, ao fechar o gatilho da pistola, o motor dava de querer parar, indicava algo entupido ou emperrado. Depois de uma duas tentativas e travadas o motor disparou a girar e a lavadora perdeu pressão. Li um pouco a respeito e a causa disso é problema na válvula de by-pass. Desmonto a válvula e confirmado. Rachada.

Uma coisa que achei muito estranho é essa lavadora não ter o sistema de parada do motor quando se fecha o gatilho da pistola. Apelando pro YouTube vi que deveria ter uma peça encaixada nesse lugar, que contem o interruptor de parada.

Deveria ser assim:

Nesse ponto resolvi comprar o kit de reparo e também o “kit stop total” que é essa preta que contem o interruptor de parada. Manutenção preventiva.

Assim que comecei a remontar a válvula de by-pass (essa peça branca com um parafuso de latão) vi que tinha peças sobrando em relação ao que desmontei. Sobrou uma pecinha de plástico com um anel o’ring uma mola e uma peça de lata. Ai apelo pro manual de serviço e descubro que a lavadora estava sem a válvula de retenção.

E essa peça ai montada dentro da saída para a mangueira da pistola.

Troco todas as peças do cabeçote, completo o cárter com óleo novo (óleo de compressor de ar) e restava montar o “kit stop total”.

Pra minha surpresa não havia como passar o fio pra dentro da caixa elétrica, o que indica que essa lavadora por ser bem antiga não tinha essa função, a bomba quando fecha o gatilho entra em recirculação da água (gira em vazio) porem ela tem o local para instalar no cabeçote. É a peça preta na foto onde aparece o kit de reparo ali em cima. Uma coisa que todo mundo estava reclamando no anuncio é que o “kit stop total” não vem com o grampo de fixação. O jeito foi fazer um pequeno furo na caixa elétrica, montei uma borracha de passagem pro fio.

Fiz um grampo com um simples pedaço de arame galvanizado e pronto.

Tive que fazer um pequeno furo na caixa elétrica para passar o fio, ele fica ligado em série com o interruptor geral.

Testei e funcionou perfeitamente, a lavadora agora desliga o motor quando fecha o gatilho. Ótimo pra economizar energia e economizar máquina! Afinal um motor de 2CV girando o tempo todo não é nada interessante.

A lavadora veio completa, com as duas lanças (leque e turbo), o aplicador de detergente, engate rápido, etc. Mas faltava uma parte estrutural, as barras de alumínio que fica a alça de transporte, suporte pra pendurar as lanças e enrolar o fio e mangueira. Conferi na foto que a dona me enviou e realmente não estava lá. O curioso é que os parafusos que prendem as barras estavam no local o que indica que a maquina foi desmontada e provavelmente perderam as barras.

Eu já tinha visto esse formato de alumínio em algum lugar, revirei minha sucata de alumínio e encontro uma barra que serviu perfeitamente, mas não sabia do que era.

Pergunta pra um, pergunta pra outro, e me dizem que isso é de guarda-roupas. Hein??? Pois é… é o varão do guarda-roupas, o lugar onde se pendura os cabides! Veja só! Pra mim isso sempre foi feito com uma madeira redonda.  Agora já fazem com cano de alumínio! Uma visita ao “shopping center” com a amostra e volto com outra.

Foi uns 15 minutos de “briga” com o dono do ferro-velho pra acertar o preço e fechamos de R$2,50 por um pedaço de alumínio de menos de 100 gramas. Lembrando que na data desta postagem (maio de 2024) pra comprar o alumínio ele paga R$5,50 o quilo!

Montada por completo, testada e aprovada! O resultado foi:

R$50,00 da máquina com defeito
R$330,00 em peças de reposição
R$2,50 do ferro-velho

R$382,50 por uma máquina que nesta data custa por volta de R$1500,00 :money:

E é o modelo novo, que aposto que não tem a mesma durabilidade e resistência dessa de 1997 com aço alemão! :tooth:

 



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E altamente gambiarrado por mim mesmo :)
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